Textos (página 01)


Sempre tive vontade de criar uma Home-Page, mas não sei o que elas comem....
(Anônimo)



Estratégia, sempre.

Um Homem de idade vivia sozinho em Minnesota. Ele queria virar a terra de seu jardim para plantar flores, mas era um trabalho muito pesado. Seu único filho, que normalmente o ajudava nesta tarefa, estava na prisão. O homem então escreveu a seguinte carta ao filho, reclamando de seu problema:

- "Querido Filho, Estou triste porque, ao que parece, não vou poder plantar meu jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo porque sua mãe sempre adorava flores e esta é a época do plantio. Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar com o jardim, pois estás na prisão. Com amor, Seu Pai".

Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama:
- "PELO AMOR DE DEUS, pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos".
Às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de Agentes do FBI e policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo. Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera. Esta foi a resposta:
- "Pode plantar seu jardim agora, pai. Isso é o máximo que eu posso fazer no momento."

ESTRATÉGIA É TUDO PARA UM GESTOR... E PARA PROFISSIONAIS COMPETENTES.
Nada como uma boa estratégia, para conseguir coisas que parecem impossíveis. Assim, é importante repensar nas pequenas coisas que muitas vezes, nós mesmos colocamos como obstáculos em nossas carreiras.

"Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional."



O Guardião do Mosteiro

Certo dia, num mosteiro zen_budista, com a morte do guardião, foi preciso encontrar um substituto. O grande Mestre convocou, então, todos os discípulos para descobrir quem seria o novo sentinela.
O Mestre, com muita tranquilidade, falou:
Assumirá o posto o monge que conseguir resolver primeiro o problema que eu vou apresentar.

Então ele colocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá_lo. E disse apenas:
_Aqui está o problema! Todos ficaram olhando a cena: o vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro! O que representaria? O que fazer? Qual o enigma?

Nesse instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu_se ao centro da sala e ...Zapt!... destruiu tudo, com um só golpe.

Tão logo o discípulo retornou a seu lugar, o Mestre disse:
Você é o novo Guardião. Não importa que o problema seja algo lindíssimo. Se for um problema, precisa ser eliminado.


Um problema é um problema, mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homem maravilhoso ou um grande amor que se acabou. Por mais lindo que seja ou tenha sido, se não existir mais sentido para ele em sua vida, deve ser suprimido.
Muitas pessoas carregam a vida inteira o peso de coisas que foram importantes no passado, mas que hoje somente ocupam espaço _ um lugar indispensável para criar a vida.



Os orientais dizem:
_ Para você beber vinho numa taça cheia de chá, é necessário primeiro jogar fora o chá para, então, beber o vinho.
Ou seja, para aprender o novo, é essencial desaprender o velho.
Limpe a sua vida, comece pelas gavetas, armários até chegar às pessoas do passado que não fazem mais sentido estar ocupando espaço em sua mente. Vai ficar mais fácil ser feliz.

Roberto Shinyashiki






"O pessimista reclama do vento, o otimista espera que ele mude, o realista ajusta as velas."

Era uma vez uma indústria de calçados aqui no Brasil que, aproveitando-se das políticas de incentivo do governo ao comércio exterior, decidiu desenvolver um projeto de exportação de sapatos para a Índia.

Como se sabe, o consumidor é um dos principais fatores a serem considerados por uma empresa em fase de expansão a novos mercados. Assim, a presidência da empresa decidiu enviar dois de seus principais executivos a dois grandes centros comerciais, Nova Deli e Bophal, para análise do potencial de consumo.

Após alguns dias de pesquisa, um dos executivos enviou um e-mail para a diretoria da empresa no Brasil, relatando suas impressões:

"Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos."

Sem ter conhecimento dos termos da mensagem enviada por seu colega, o segundo executivo encaminhou, poucos dias depois, a seguinte mensagem:

"Senhores, tripliquem o volume exportável previsto em nosso projeto de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos, ainda...".





A Parábola e a Verdade

Uma vez, os discípulos de um rabino, famoso por sua erudição e finura, perguntaram-lhe por que costumava esclarecer a verdade contando uma história.

- Isso eu posso explicar – disse ele – contando uma parábola sobre a própria Parábola:

“Um dia, a Verdade andava visitando os homens, sem roupas e sem adornos, tão nua como seu nome. E todos que a viam viravam-lhe as costas, de medo ou de vergonha, e ninguém lhe dava as boas-vindas.

Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, rejeitada e desprezada.

Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, num traje belo e muito colorido.

- Verdade, por que estás tão abatida? – perguntou a Parábola.
- Porque sou tão velha e feia que os homens me evitam – replicou a verdade.
- Que disparate! – riu a Parábola – Não é por isso que os homens te evitam. Toma, veste algumas de minhas roupas e vê o que acontece.

Então, a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola e, de repente, por toda parte onde passava, tornou-se bem-vinda.”

O rabino sorriu:

- Pois a verdade é que os homens não gostam de encarar a Verdade nua; eles a preferem disfarçada.





A Vida segundo Charles Chaplin

"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina.
Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás para a frente.
Nós devíamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.
Daí, viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo.
Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar.
Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria.
Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Você vai para o colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta para o útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando.... E termina tudo com um ótimo orgasmo!!!
Não seria perfeito?"

Charles Chaplin




A Canoa

Em um largo Rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro. Em uma das viagens, íam um advogado e uma professora. Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro: Companheiro, você entende de Leis? Não. -Responde o barqueiro.
E o advogado compadecido: É pena, você perdeu metade da vida! A professora muito social entra na conversa: Seu barqueiro, você sabe ler e escrever? Também não. -Responde o remador. Que pena! - Condói-se a mestra - Você perdeu metade da vida! Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco.
O canoeiro preocupado, pergunta: Vocês sabem nadar? Não! - Responderam eles rapidamente. Então é uma pena - Concluiu o barqueiro - Vocês perderam toda a vida!

"Não há saber mais ou saber menos: Há saberes diferentes".
Paulo Freire

Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais tenha contato. Cada uma delas tem algo diferente para ensinar...





Quem conta um conto aumenta um ponto

Caso 1

Uma jovem foi passear com o seu namorado, quando ouviram uns empregados de uma obra gritar:
- Ô babaca, não vá passear, leva para um lugar escuro e come!!!

O rapaz, muito envergonhado, segue o seu caminho com a namorada e passam por um parque onde estão vários aposentados sentados, que ao vê-los começam a sugerir ao rapaz:
- De mãozinha dada com a gatinha? Você devia é levá-la para um motel, ô viadinho!!!!

O rapaz, cada vez mais envergonhado, decidiu levar a namorada para casa.

- Então até amanhã, meu amor!

A noiva responde-lhe:

- Até amanhã, surdo de merda!!!

Conclusão:

Escute e ponha em prática os conselhos dos consultores externos, pois são pessoas com experiência. E se não fizeres, a tua imagem de gestão empresarial ficará desgastada.

Caso 2

Um réu, condenado a prisão perpétua por assassinato em primeiro grau, consegue fugir ao fim de 25 anos na prisão. Ao fugir, entra numa casa onde dorme um jovem casal. O assassino amarra o homem a uma cadeira e a mulher na cama.

A seguir, encosta o seu rosto ao peito da mulher, levantando-se e saindo do quarto. Imediatamente, arrastando a cadeira, o marido aproxima-se da esposa e diz-lhe:

- Meu amor, este homem não vê uma mulher há anos. Eu o vi beijando o teu peito e já que ele se afastou um pouco, quero pedir que você coopere com ele e faça tudo o que ele pedir. Se ele quiser fazer sexo selvagem contigo, faça e finja que gosta. Por favor. As nossas vidas dependem disso!!! Seja forte, minha linda, eu te amo.

A jovem esposa diz ao marido:

- Querido, estou agradecida que penses assim! Este homem não vê uma mulher há anos, no entanto ele não me beijou o peito. Ele me disse no ouvido que gostou muito de ti e perguntou se guardamos vaselina no banheiro. Seja forte, meu lindo, eu também te amo muito.

Conclusão:

Não estar verdadeiramente informado pode trazer sérios inconvenientes... A informação exata e atualizada é fundamental para ter sucesso num eventual ataque de competência desleal e assim evitar surpresas desagradáveis.

Caso 3
Um rapaz vai a uma farmácia e diz ao farmacêutico:

- Senhor, tem preservativo? A minha namorada convidou-me para jantar esta noite na casa dela.

O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai da farmácia. Volta porém, de imediato, dizendo:

- Senhor, é melhor dar-me outro, porque a irmã da minha namorada, que é uma gostosona, vive cruzando as pernas na minha frente. Às vezes, até vejo suas entranhas. Acho que também quer algo e, como vou jantar hoje lá na casa delas...

O farmacêutico dá o preservativo e o jovem sai da farmácia. Mais uma vez, volta dizendo:

- Senhor, é melhor dar-me mais um, porque a mãe da minha namorada também é boa pra cacete. A velha, quando a filha não está por perto, vive se insinuando de um jeito que me deixa excitado e, como eu hoje vou jantar lá na casa delas...

Chega a hora do jantar e o rapaz está sentado à mesa com a sua namorada ao lado, a mãe e a irmã em frente. Nesse instante entra o pai da
namorada e senta-se também à mesa. O rapaz abaixa imediatamente a cabeça, une as mãos e começa a rezar:

- Senhor, abençoa estes alimentos, bzzzz, bzzzz, bzzzz... Damos graças por estes alimentos ...

Passa um minuto e o rapaz continua de cabeça baixa rezando:

- Obrigado Senhor por estes dons, bzzz, bzzz, bzzz....

Passam cinco minutos e prossegue:

- Abençoa Senhor! Este pão, bzzz, bzzz, bzzz...

Passam mais de dez minutos e o rapaz continua de cabeça baixa rezando. Todos se entreolham surpreendidos e a namorada diz ao ouvido:

- Meu amor, não sabia que você era tão crente...!!!

- E eu não sabia que o seu pai era farmacêutico!!!


Conclusão:


Não comente os planos estratégicos da empresa com desconhecidos, pois essa inconfidência pode destruir a sua própria organização.







O Elefante acorrentado

Você já observou um elefante no circo? Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais. Mas antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo. A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arrancá-la do solo e fugir.

Que mistério! Por que o elefante não foge?

Há algum anos descobri que, por sorte minha, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante de circo não escapa porque foi preso á estaca ainda muito pequeno. Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele. E o elefantinho tentava, tentava e nada. Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá pra cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo.

Então, aquele elefante enorme não se solta por que acredita que não pode. Para que ele consiga quebrar os grilhões é necessário que ocorra algo fora do comum, como um incêndio por exemplo. O medo do fogo faria com que o elefante em desespero quebrasse a corrente e fugisse.

Isso muitas vezes acontece conosco! Vivemos acreditando em um montão de coisas "que não podemos ter", "que não podemos ser", "que não vamos conseguir", simplesmente porque, quando éramos crianças e inexperientes, algo não deu certo ou ouvimos tantos "nãos" que "a corrente da estaca" ficou gravada na nossa memória com tanta força que perdemos a criatividade e aceitamos o "sempre foi assim".

Poderia dizer que o fogo para nós seria: a perda de um emprego, doença de alguém próximo sem que tivéssemos dinheiro para fazer o tratamento, ou seja, algo muito grave que nos fizesse sair da zona de conforto.

A única maneira de tentar de novo é não ter medo de enfrentar as barreiras, colocar muita coragem no coração e não ter receio de arrebentar as correntes! Não espere que o seu "circo" pegue fogo para começar a se movimentar. Vá em frente!





Como nasce um paradigma.


Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas.
Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão.
Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas.
Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada.
Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas.
Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..."
Não perca a oportunidade de passar esta história para os amigos, para que, vez por outra, questionem-se porque estão "batendo".

p.s.: "É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito".
Albert Einstein



Uma herança complicada.

"Felizes aqueles que se divertem com problemas que educam a alma e elevam o espírito."

Fenelom

Poucas horas havia que viajávamos sem interrupção, quando nos ocorreu uma aventura digna de registro, na qual meu companheiro Beremiz, com grande talento, pôs em prática as suas habilidades de exímio algebrista.
Encontramos, perto de um antigo caravançará meio abandonado, três homens que discutiam acaloradamente ao pé de um lote de camelos.
Por entre pragas e impropérios gritavam possessos, furiosos:
- Não pode ser!
- Isto é um roubo!
- Não aceito!
O inteligente Beremiz procurou informar-se do que se tratava.
- Somos irmãos - esclareceu o mais velho - e recebemos, como herança, esses 35 camelos. Segundo a vontade expressa de nosso pai, devo receber a metade, o meu irmão Hamed Namir uma terça parte e ao Harim, o mais moço, deve tocar apenas a nona parte. Não sabemos, porém, como dividir dessa forma 35 camelos e a cada partilha proposta segue-se a recusa dos outros dois, pois a metade de 35 é 17 e meio. Como fazer a partilha, se a terça parte e a nona parte de 35 também não são exatas?

A solução que transforma um camelo em dois
- É muito simples - atalhou o Homem que Calculava. - Encarrego-me de fazer, com justiça, esta divisão, se permitirem que eu junte aos 35 camelos da herança este belo animal que, em boa hora, aqui nos trouxe!
- Neste ponto, procurei intervir na questão:
- Não posso consentir semelhante loucura! Como poderíamos concluir a viagem, se ficássemos sem o camelo?
- Não te preocupes com o resultado, ó bagdali! - replicou-me em voz baixa Beremiz. - Sei muito bem o que estou fazendo. Cede-me o teu camelo e verás, no fim, a que conclusão quero chegar.
Tal foi o tom de segurança com que ele falou, que não tive dúvida em entregar-lhe o meu belo jamal que, imediatamente, foi reunido aos 35 ali presentes, para serem repartidos pelos três herdeiros.
- Vou, meus amigos - disse ele, dirigindo-se aos três irmãos - fazer a divisão justa e exata dos camelos que são agora, como vêem, em número de 36.
E, voltando-se para o mais velho dos irmãos, assim falou:
- Deverias receber, meu amigo, a metade de 35, isto é, 17 e meio. Receberás a metade de 36 e, portanto, 18. Nada tens a reclamar, pois é claro que saíste lucrando com esta divisão!
E, dirigindo-se ao segundo herdeiro, continuou:
- E tu, Hamed Namir, deverias receber um terço de 35, isto é, 11 e pouco. Vais receber um terço de 36, isto é, 12. Não poderás protestar, pois tu também saíste com visível lucro na transação.
E disse, por fim, ao mais moço:
- E tu, jovem Harim Namir, segundo a vontade do teu pai, deverias receber uma nona parte de 35, isto é, 3 e tanto. Vais receber uma nona parte de 36, isto é, 4. O teu lucro foi igualmente notável. Só tens a agradecer-me pelo resultado!
E concluiu, com a maior segurança e serenidade:
- Pela vantajosa divisão feita entre os irmãos Namir - partilha em que todos os três saíram lucrando - couberam 18 camelos ao primeiro, 12 ao segundo e 4 ao terceiro, o que dá um resultado (18 + 12 + 4) de 34 camelos. Dos 36 camelos, sobram, portanto, dois. Um pertence, como sabem, ao bagdali, meu amigo e companheiro; outro toca, por direito, a mim, por ter resolvido, a contento de todos, o complicado problema da herança!
- Sois inteligente, ó Estrangeiro! - exclamou o mais velho dos três irmãos. - Aceitamos a vossa partilha, na certeza de que foi feita com justiça e eqüidade!
E o astucioso Beremiz - o Homem que Calculava - tomou logo posse de um dos mais belos jamales do grupo e disse-me, entregando-me pela rédea o animal que me pertencia:
- Poderás agora, meu amigo, continuar a viagem no teu camelo manso e seguro! Tenho outro, especialmente para mim.
E continuamos nossa jornada para Bagdá.

A explicação
Para o problema dos 35 camelos podemos apresentar uma explicação muito simples.
A metade de um todo, mais a terça parte desse todo, mais um nono desse todo, não é igual ao todo. Veja bem, a soma de um meio, mais um terço e mais um nono resulta em dezessete dezoito avos.
Para completar o todo, falta ainda um dezoito avos desse todo.
O todo, no caso, é a herança dos 35 camelos. Um dezoito avos de 35 é igual a trinta e cinco dezoito avos.
A fração de 35/18 é igual a 117/18.
Conclusão: feita a partilha, de acordo com o testamento, ainda haveria uma sobra de 117/18.
Beremiz, com o artifício empregado, distribuiu os 17/18 pelos três herdeiros e ficou com a parte inteira da fração excedente.
Em alguns autores, encontramos um problema curioso, de origem folclórica, no qual o total de camelos é 17, e não 35. Esse problema dos 17 camelos pode ser lido em centenas de livros de Recreações Matemáticas.
Para o total de 17 camelos, a divisão é feita por meio de um artifício idêntico (o acréscimo de um camelo à herança do xeque), mas a sobra é só do camelo que foi acrescentado. No caso resolvido por Beremiz, o resultado é mais interessante, pois o calculista obtém um pequeno lucro com a sua habilidade.
Se o total fosse de 53 camelos, a divisão da herança , feita do mesmo modo e aplicado o artifício, daria uma sobra de 3 camelos.
Eis os números que podem servir:17, 35, 53, 71, etc.

Texto adaptado de:
TAHAN, Malba. O Homem que calculava - aventuras de um singular calculista persa. Editora Conquista, 1965.






O direito ao palavrão.

(Luiz Fernando Veríssimo)


Os palavrões não nasceram por acaso.

São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos.

É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.

Sem que isso signifique a "vulgarização" do idioma, mas apenas sua maior aproximação com a gente simples das ruas e dos escritórios, seus sentimentos, suas emoções, seu jeito, sua índole.

"Pracaralho", por exemplo.

Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "Pra caralho"?

"Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática.

A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?

No gênero do "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem fodendo!".

O "Não, não e não!" e tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade

"Não, absolutamente não!" o substituem.

O "Nem fodendo" é irretorquível, e liquida o assunto.

Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em tua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo

"Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!".
O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Oswaldo Montenegro.

Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional.

Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um "é PhD, porra nenhuma!", ou "ele redigiu aquele relatório sozinho, porra nenhuma!".

O "porra nenhuma", como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos "aspone", "chepone", "repone" e, mais recentemente, o "prepone" presidente de porra nenhuma.

Há outros palavrões igualmente clássicos.
Pense na sonoridade de um "Puta-que-pariu!", ou seu correlato "Puta-que-o-pariu!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba...

Diante de uma notícia irritante qualquer um "puta-que-o-pariu!" dito assim te coloca outra vez em teu eixo. Teus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que te permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E o que dizer de nosso famoso"vai tomar no cu!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cu!".

Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta:

"Chega! Vai tomar no olho do seu cu!".
Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima.
Desabotoa a camisa e sai à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu!".

E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fodeu de vez!".

Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação?

Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás, mandando você parar:

O que você fala? "Fodeu de vez!".

Sem contar que o nível de estresse de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala.

Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"?

O "foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor.

Reorganiza as coisas. Me liberta."Não quer sair comigo? Então foda-se!".

"Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!".

O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal.
Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se!.

Grosseiro, mas profundo...


Pois se a língua é viva, inculta, bela e mal-criada, nem o Prof. Pasquale explicaria melhor. "Nem fodendo..."






Pobre, mas culto!!!

No meio do trânsito de São Paulo, uma Mercedes com uma madame de motorista e um fusquinha com um gordinho com a barba por fazer estão lado a lado. O gordinho grita, xinga, buzina, faz um escarcéu por causa do trânsito até que a madame baixa o vidro da Mercedes e diz:
- "A paciência é a mais nobre e gentil das virtudes!", Shakespeare, em "Macbeth".
O gordinho não deixa barato:
- "Vai tomar no cú!" Nelson Rodrigues, em "A Vida Como Ela É".




Cadê a droga do 1 real?

Eu, Tu e Ele.... fomos comer no restaurante e no final a conta deu R$30,00. Fizemos o seguinte: cada um deu dez reais...
Eu: R$ 10,00
Tu: R$ 10,00
Ele: R$ 10,00
O garçom levou o dinheiro até o caixa e o dono do restaurante disse o seguinte:
- Esses três são clientes antigos do restaurante, então vou devolver R$5,00 para eles!
E entregou ao garçom cinco notas de R$ 1,00.
O garçom, muito esperto, fez o seguinte: pegou R$ 2,00 para ele e deu R$1,00 para cada um de nós.
No final ficou assim:
Eu: R$ 10,00 (-R$1,00 que foi devolvido) = Eu gastei R$9,00.
Tu: R$ 10,00 (-R$1,00 que foi devolvido) = Tu gastaste R$9,00.
Ele:R$ 10,00 (-R$1,00 que foi devolvido) = Ele gastou R$9,00.
Logo, se cada um de nós gastou R$ 9,00, o que nós três gastamos juntos, foi R$ 27,00.
E se o garçom pegou R$2,00 para ele, temos:
Nós: R$27,00
Garçom: R$2,00
TOTAL: R$29,00

Pergunta-se:

- Onde foi parar a droga do outro R$1,00?

Enviado pelo Departamento de Economia da PUC...

Como isso????????????





Moral da História

Lição número um.

Um urubu está pousado numa árvore não fazendo nada o dia todo.
Um coelhinho viu o urubu e perguntou:
- Posso sentar como você e ficar fazendo nada o dia todo ?
O urubu respondeu:
- Claro, por que não ?
Assim, o coelhinho sentou-se embaixo da árvore e ficou descansando.
Subitamente apareceu uma raposa que saltou sobre o coelho e o comeu.

MORAL DA HISTÓRIA: Para ficar sentado sem fazer nada, você precisa estar sentado muito, mas muito alto.


Lição número dois

O peru estava batendo papo com o touro.
- Eu adoraria ser capaz de chegar ao topo daquela árvore - suspirou o peru.
Mas não tenho força.
- Ora, por que você não come um pouco do meu esterco? replicou o touro. Ele tem muitos nutrientes!
O peru bicou um pedaço de esterco e verificou que realmente isso lhe dava a força necessária para chegar ao primeiro galho de árvore.
No dia seguinte, depois de comer mais uns bons nacos de esterco, ele chegou ao segundo galho. Finalmente depois de duas semanas, comendo esterco do boi, do búfalo,das zebras, etc.., ele estava orgulhosamente empoleirado no alto da árvore.
Imediatamente foi visto por um fazendeiro que atirou nele.

MORAL DA HISTÓRIA: Qualquer bosta pode levar você ao topo mas não manterá
você lá.


Lição número três

Era uma vez um pardal cansado da vida. Um dia, resolveu sair voando pelo mundo em busca de aventura.
Voou até chegar numa região extremamente fria e foi ficando gelado até não poder mais voar e caiu na neve. Uma vaca, vendo o pobre pardal naquela situação, resolveu ajudá-lo e cagou em cima dele. Ao sentir-se aquecido e confortável, o pardal começou a cantar.
Um gato ouviu o seu canto e foi até lá, retirou-o da merda e o comeu.

MORAL DA HISTÓRIA:
1) Nem sempre aquele que caga em cima de você é seu inimigo;
2) Nem sempre quem tira você da merda é seu amigo;
3) Desde que você se sinta quente e confortável, mesmo que esteja na merda,
conserve seu bico fechado.






O Juiz

Numa terra onde todo mundo estufa o peito ao ser chamado de Excelentíssimo, um advogado catarinense teve uma genial sacada e matou a charada... "Esselentíssimo" Juiz
Certa vez, ao transitar pelos corredores do fórum, fui chamado por um dos juízes ao seu gabinete. - Olha só que erro ortográfico grosseiro tem nesta petição. Estampado logo na primeira linha do petitório lia-se: "esselentíssimo juiz". Gargalhando, o magistrado me perguntou :
- Por acaso esse advogado foi seu aluno na Faculdade ?
- Foi sim - reconheci. Mas onde está o erro ortográfico a que o senhor se refere ? O juiz pareceu surpreso:
- Ora, meu caro, acaso você não sabe como se escreve a palavra excelentíssimo? Então me expliquei:
- Acredito que a expressão pode significar duas coisas diferentes. Se o colega desejava se referir a excelência dos seus serviços, o erro
ortográfico efetivamente é grosseiro. Entretanto, se fazia alusão à morosidade da prestação jurisdicional, o equívoco reside apenas na junção inapropriada de duas palavras. O certo então seria dizer "esse lentíssimo juiz". Depois disso aquele magistrado nunca mais aceitou, com naturalidade, o tratamento de excelentíssimo juiz. Sempre pergunta:
- Devo receber a expressão como extremo de excelência ou como superlativo de lento?





A Diferença entre "Foco no Problema" e "Foco na Solução"

Quando a NASA iniciou o lançamento de astronautas, descobriram que as canetas não funcionariam com gravidade zero.

Para resolver este "enorme" problema, contrataram a Andersen Consulting, hoje Accenture.

Empregaram uma década e 12 milhões de dólares, conseguiram desenvolver uma caneta que escrevesse com gravidade zero, de ponta cabeça, debaixo d`água, em praticamente qualquer superfície incluindo cristal e em variações de temperatura desde abaixo de 0 ate mais de
300 Celsius...

Os russos utilizaram um lápis.






Sabedoria

Era uma vez um grande samurai, que vivia perto de Tóquio.

Mesmo idoso, se dedicava a ensinar a arte zen aos jovens.

Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos, apareceu por ali.

Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.

O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo, chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.

Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.

No final do dia, sentindo-se já exausto e humilhado, o guerreiro retirou-se.

E os alunos, surpresos, perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.

--- Se alguém chega até você com um presente e você não o aceita, a quem pertence o presente?
--- A quem tentou entregá-lo! - respondeu um dos discípulos.
--- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem o carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você..
As pessoas não podem lhe tirar a calma.
"Só se você permitir..."






Novas Perspectivas.

Dizem que havia um cego sentado na calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "Por favor, ajude-me, sou cego."

Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.

Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.

O publicitário respondeu:-

- Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras. Sorriu e continuou seu caminho.

O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia: "Hoje é Primavera em Paris, e eu não posso vê-la."

Mudar a estratégia quando nada nos acontece... pode trazer novas perspectivas.



O que faz o medo.

Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.
Sempre que fazia prisioneiros, não os matava: levava-os a uma sala onde havia um grupo de arqueiros de um lado e uma imensa porta de ferro do outro, sobre a qual viam-se gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue.
Nesta sala ele os fazia enfileirar-se em círculo e dizia-lhes, então:
”Vocês podem escolher entre morrerem flechados por meus arqueiros ou passarem por aquela porta e por mim serem lá trancados".
Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros.

Ao terminar a guerra, um soldado que por muito tempo servira ao rei dirigiu-se ao soberano:
-Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?
-Diga, soldado.
-O que havia por detrás da assustadora porta?
-Vá e veja você mesmo.
O soldado, então, abre vagarosamente a porta e, à medida em que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente... E, finalmente, ele descobre, surpreso, que...

...a porta se abria sobre um caminho que conduzia à LIBERDADE !!!

O soldado, admirado, apenas olha seu rei, que diz:
- Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar-se a abrir esta porta.

Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar?

Quantas vezes perdemos a liberdade e morremos por dentro, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?

Pense nisso!




Jesus no SUS.

Uma boa reflexão pra nossa vida.

Jesus Cristo resolveu voltar a Terra... E decidiu vir vestido de médico!
Procurou um lugar para descer, escolheu no Brasil um posto de saúde do sistema SUS.
Viu um médico trabalhando há muitas horas e morrendo de cansaço. Jesus então entrou de jaleco, passando pela fila de pacientes no corredor, até atingir o consultório médico.
Os pacientes viram e falaram:
* Olha aí, vai trocar o plantão.
Jesus Cristo entrou na sala e falou para o colega que podia ir, que ele iria tocar o ambulatório dali por diante. E, todo resoluto, gritou:
* O PRÓXIMO.
Entrou no consultório um homem paraplégico em sua cadeira de rodas.
Jesus Cristo levantou-se, olhou bem para o aleijado, e com a palma da mão Direita sobre sua cabeça disse:
* LEVANTA-TE E ANDA! O homem levantou-se, andou e saiu do consultório empurrando a própria cadeira de rodas.
Quando chegou ao corredor, o próximo da fila perguntou:
* E aí, como é esse Doutor novo?
Ele respondeu:
* Igualzinho aos outros... Nem examina a gente!

Moral da história:

Tem gente que já recebeu o milagre, mas nem se toca, pois só vive pra reclamar ou botar defeito em tudo nessa vida!






Conselho profissional.

Um padre está dirigindo para sua paróquia, quando vê na estrada uma freira conhecida sua. Ele pára e diz:
- Irmã, suba que eu a levo no convento.
A freira sobe, acomoda-se no banco do passageiro, cruza as pernas e o habito se abre, deixando à mostra um par coxas escultural.
O padre quas e não se contem, mas continua dirigindo. Numa troca de marcha, no entanto, ele acaba colocando a mão sobre a perna da freira, que lhe diz:
- Padre, lembre-se do salmo 129.
O padre pede desculpas e continua dirigindo. E aquela pernoca ali, ao lado, deixando-o louco.
Mais adiante, em outra troca de marcha, ele coloca a mão novamente sobre a perna da freira, que repete:
- Padre, lembre-se do salmo 129.
O padre se desculpa, dizendo:
- Perdoa-me, irmã, mas você sabe que a carne é fraca.
Chegando ao convento, a freira desce.
O padre logo chega à sua igreja e corre até a bíblia para ler o tal salmo 129.
E depara com que está escrito:
“SEGUE BUSCANDO, QUE LOGO ACIMA ENCONTRARÁS A GLÓRIA”.

MORAL DA HISTÓRIA:

Ou você sabe tudo de sua profissão, ou vai perder as melhores oportunidades.





Processo seletivo Volkswagen

Redação desenvolvida por um candidato num processo de seleção.
Não se sabe se ele foi aprovado, mas seu texto está fazendo sucesso e ele com certeza será sempre lembrado pela sua criatividade e
pela sua poesia.
" Eu já dei risada até a barriga doer, já nadei até perder o fôlego, já chorei até dormir e acordei com o rosto desfigurado. Já
fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimeibrincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo, já fiz confissões num quarto escuro pro melhor amigo.
Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me
cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda.
Conheci a morte de perto, e agora anseio por viver cada dia.
Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já saí pra caminhar sem rumo, sem nada na cabeça, ouvindo estrelas.
Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
- Qual sua experiência?'
Essa pergunta ecoa no meu cérebro:
'experiência...experiência...'
Será que ser 'plantador de sorrisos' é uma boa experiência? Não!!?
Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!
EXPERIÊNCIA? PARA QUE, SE A TODO MOMENTO TUDO SE RENOVA?"





Um minuto.

Um homem tentava compreender a natureza divina e, então perguntou a Deus:
Senhor, o que significa um milhão de anos?
E uma voz poderosa, vinda de todas as partes simultaneamente, respondeu:
Um milhão de anos para você é como um minuto para mim.
Espantado, o homem perguntou novamente:
Senhor, e um milhão de dólares? O que significa um milhão de dólares para o Senhor?
Um milhão de dólares para vc é como um centavo para mim.
Pensativo, o homem arriscou uma última pergunta:
O Senhor poderia me mandar esse seu centavo?
É claro que sim, meu filho. Aguarde um minuto.






Crônica - Arnaldo Jabor

E Deus disse:
"Que cresça a erva, que a erva dê semente, que da semente cresçam árvores e dêem frutos".
E Deus povoou a Terra com brócolis, couve-flor, espinafre, milho e vegetais de todas as espécies, para que o Homem e a Mulher pudessem viver longas e saudáveis vidas.
E Satanás criou o McDonald's e a promoção de dois BigMacs a cinco reais. E Satanás disse ao Homem: "Queres as batatas fritas com quê?" E o homem disse:"Na promoção, com Coca- cola, catchup e mostarda". E o Homem engordou cinco quilos...
E Deus criou o iogurte saudável, para que a Mulher pudesse manter a forma esbelta de que o Homem tanto gostava.
E Satanás criou o chocolate. E a Mulher engordou cinco quilos....
E Deus disse: "Experimentem a minha salada".
E Satanás criou os pratos de bacalhau com creme e marisco. E a Mulher engordou 10kg....
E Deus disse: "Enviei-vos bons e saudáveis vegetais e o azeite para que vós possam cozinhar".
E Satanás inventou a gordura hidrogenada, a galinha frita e o peixe frito. E o Homem ganhou dez quilos e os níveis de colesterol bateram no teto....
E Deus criou os sapatos de corrida, e o Homem perdeu aqueles quilos extras.
E Satanás criou a televisão a cabo com controle remoto para que o homem não tivesse de se levantar para mudar de canal. E o Homem engordou mais vinte quilos....
E Deus disse: "Estás passando dos limites".
E Satanás criou o ataque cardíaco.
E Deus criou a intervenção cirúrgica cardíaca.
E Satanás criou o sistema de saúde brasileiro...
Mas Deus deu ao homem os convênios...e a aposentadoria para que ele pudesse descansar nova chance..
Aí Satanás criou o PT... Então Deus desistiu...





Fábula

Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado, com medo do gato.
Um mágico teve pena dele e o transformou em gato.
Mas ele ficou com medo de cão...
Por isso o mágico o transformou em pantera.
Então ele começou a temer os caçadores.
A essa altura o mágico desistiu.
ransformou-o em camundongo novamente e disse:
Nada que eu faça por você vai ajudá-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo.
É preciso coragem para romper com o projeto que nos é imposto.
Mas saiba que coragem não é a ausência do medo, e sim a capacidade de avançar, apesar do medo.
Caminhar para frente e enfrentar as adversidades, vencendo os medos...
É isto que devemos fazer.
Não podemos nos derrotar, nos entregar por causa dos medos.
Assim, jamais chegaremos aos lugares que tanto almejamos em nossas vidas...



Ondas

Um momento você tem falta.
No momento seguinte você tem excesso.

Um dia você não tem nada para fazer.
No dia seguinte você nem tem tempo para fazer tudo.

Um mês você tem dinheiro de sobra e nem sabe o que comprar.
No mês seguinte você tem déficit na conta bancária e um cheque sem fundos.

Um momento você está cheio de energia e não consegue dormir.
No momento seguinte você está cansado e não consegue levantar.

Um dia você é o centro das atenções.
No dia seguinte ninguém quer saber se você está vivo.

São as ondas da vida.
Carregam-nos para cima e para baixo.

Dinheiro, amigos, seu corpo, seus relacionamentos,
seu trabalho, e todo o resto da lista, tudo varia.
Tudo vai com as ondas.

Um desafio após outro,
uma situação após outra, dia após dia, sem fim...

São ondas...

Muitos são lançados às pedras pelas ondas.
Alguns, mergulham fundo, por baixo das tempestades, em busca da paz.
Alguns simplesmente surfam as ondas e têm muito divertimento. Alguns afogam-se.

Você não pode parar as ondas; é a natureza do oceano da vida.
Você pode apenas escolher o método que usará para enfrentar.

Você pode ser lançado, como a maioria.
Você pode se afogar, como muitos.
Você pode surfar e ter todo o divertimento que puder, mas mesmo um surfista se cansa e não tem como dormir sobre uma prancha.

Atravessar estas ondas, de maneira segura e confortável, requer um navio.
E esse navio, você não pode tripular sozinho.
Você terá que ter parceiros, verdadeiros companheiros, que possam dividir o trabalho e compartilhar os triunfos.
Então, convoque sua tripulação...
E boa viagem !!!



Solte a Panela.

Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.
Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.
Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu Corpo e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu Imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.
Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.
Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.

Solte a panela!




Para os nascidos entre 1930 e 1974.

Remanescentes da idade de ouro. Se você não nasceu nestas épocas - antes ou depois - não importa, leia e sinta a diferença!

Não posso acreditar que fizemos isso...!!!

Olhando para trás, é duro acreditar que estejamos vivos até hoje. Nós viajávamos em carros sem cintos de segurança ou air bag.

Não tivemos nenhuma tampa a prova de crianças em vidros de remédios, portas, ou armários e andávamos de bicicleta sem capacete, sem contar que pedíamos carona.

Bebíamos água direto da mangueira e nos riachos, e não da garrafa, ou em copos descartáveis. Nós gastamos horas construindo nossos carrinhos de rolimã para descer ladeira abaixo, e só então descobríamos que tínhamos esquecido dos freios. Depois de colidir com algumas árvores, aprendemos a resolver o problema.

Saíamos de casa pela manha e brincávamos o dia inteiro, só voltando quando se acendiam as luzes da rua. Ninguém podia nos localizar. Não havia telefone celular. Nós quebramos ossos e dentes, e não havia nenhuma lei para punir os culpados. Eram acidentes. Ninguém para culpar e processar, só a nós mesmos..

Nós tivemos brigas e esmurramos uns aos outros e aprendemos a superar isto.
A amizade continuava a mesma... Nós comemos doces e bebemos refrigerantes, mas não éramos obesos. Estávamos sempre ao ar livre, correndo e brincando.

Compartilhamos garrafas de refrigerante, e ninguém morreu por causa disso.
Não tivemos Playstations, Nintendo 64, vídeo games, 99 canais a cabo, filmes em vídeo, surround sound, celular, computadores ou Internet.

Nós tivemos amigos. Nós saíamos, e os encontrávamos. Íamos de bicicleta ou caminhávamos até a casa deles e batíamos a porta. Imagine tal coisa! Sem pedir permissão aos pais... por nós mesmos! Lá fora, no mundo cruel! Sem nenhum responsável! Como fizemos isso? Nós corremos, brincamos e inventamos jogos com varas e bolas improvisadas, apanhamos do chão e comemos frutas caídas e, embora nos tenham dito que aconteceria, nunca passamos mal, ou tivemos dor de barriga para sempre, ou uma contaminação fatal!

Nos jogos da escola, nem todo mundo fazia parte do time. Os que não fizeram, tiveram que aprender a lidar com a frustração... Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros. Eles repetiam o ano.. Que horror! Não inventavam testes extras nem aprovação automática.

Éramos responsáveis por nossas ações e arcávamos com as conseqüências. Não havia ninguém que pudesse resolver por nós.
A idéia de um pai nos protegendo, se desrespeitássemos alguma lei, era inadmissível! Nossos pais protegiam mais as leis do que a nós! Imagine!

Nossa geração produziu alguns dos melhores enfrentadores de risco, negociadores de soluções, criadores e inventores!
Os últimos 50 anos foram uma explosão descomunal de inovações e novas idéias. Foi o esplendor da criatividade humana... Foi a verdadeira Renascença da humanidade! Tivemos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade, e aprendemos a lidar com tudo isso... a VIVER, enfim! Você é um deles. Parabéns! Repasse isto para outros que tiveram a sorte de crescer como crianças...




Caros amigos, Vale a pena ler.

Vale a pena os pais, mestres e filhos lerem este texto.

Um dia quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:
Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono:
"Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas,enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em momentos até odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também!
E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se seus pais eram maus, meus filhos vão lhes dizer:
"Sim, eles eram maus. Os mais maus do mundo...".
As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas.
As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
E eles nos obrigavam a jantar à mesa, bem diferente dos outros pais que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
Eles insistiam em saber onde estávamos a toda hora (tocavam nosso celular de madrugada e "fuçavam" nos nossos e-mails).
Era quase uma prisão.
Eles tinham que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.
Insistiam que lhes dissemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas eles "violavam as leis do trabalho infantil".
Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis.
Eu acho que eles nem dormiam à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Eles insistiam sempre conosco para que lhes disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata.
Eles não deixavam os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos, tinham que subir, bater à porta, para eles os conhecerem.
Enquanto todos podiam voltar tarde à noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aqueles chatos levantavam para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa deles, nós perdemos imensas experiências na adolescência:
Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELES.
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como meus pais foram.



O preço de um milagre.

Uma garotinha esperta de apenas seis anos de idade, ouviu seus pais conversando sobre seu irmãozinho mais novo.
Tudo que ela sabia era que o menino estava muito doente e que estavam completamente sem dinheiro.
Iriam se mudar para um apartamento num subúrbio, no próximo mês, porque seu pai não tinha recursos para pagar

as contas do médico e o aluguel do apartamento.
Somente uma intervenção cirúrgica muito cara poderia salvar o garoto, e não havia ninguém que pudesse emprestar-lhes dinheiro.
A menina ouviu seu pai dizer a sua mãe chorosa, com um sussurro desesperado: "somente um milagre poderá salvá-lo."
Ela foi ao seu quarto e puxou o vidro de gelatina de seu esconderijo, no armário.
Despejou todo o dinheiro que tinha no chão e contou-o cuidadosamente, três vezes.
O total tinha que estar exato. Não havia margem de erro.
Colocou as moedas de volta no vidro com cuidado e fechou a tampa e com ele saiu devagarinho pela porta dos fundos e andou cinco quarteirões até chegar à farmácia.
Esperou pacientemente que o farmacêutico a visse e lhe desse atenção, mas ele estava muito ocupado no momento.
Ela, então, esfregou os pés no chão para fazer barulho, e nada! Limpou a garganta com o som mais alto que pôde, mas nem assim foi notada. Por fim, pegou uma moeda e bateu no vidro da porta. Finalmente foi atendida!
-"O que você quer?" perguntou o farmacêutico com voz aborrecida. "Estou conversando com meu irmão que chegou de Chicago e que não vejo há séculos.", disse ele sem esperar resposta.
-"Bem, eu quero lhe falar sobre meu irmão", respondeu a menina no mesmo tom aborrecido.
-"Ele está realmente doente... E eu quero comprar um milagre."
-"Como?", balbuciou o farmacêutico admirado.
-"Ele se chama Andrew e está com alguma coisa muito ruim crescendo dentro de sua cabeça, e papai disse que só um milagre poderá salvá-lo. E é por isso que eu estou aqui. Então, quanto custa um milagre?"
-"Não vendemos milagres aqui, garotinha. Desculpe, mas não posso ajudá-la", respondeu o farmacêutico, com um tom mais suave.
-"Escute, eu tenho o dinheiro para pagar! Se não for suficiente, conseguirei o resto. Por favor, diga-me quanto custa, insistiu a pequena.
O irmão do farmacêutico era um homem gentil. Deu um passo à frente e perguntou à garota:

-“De que tipo de milagre seu irmão precisa?"
-"Não sei", respondeu ela, levantando os olhos para ele. "Só sei que ele está muito mal, e mamãe diz que precisa ser operado. Como papai não pode pagar, quero usar meu dinheiro."
-"Quanto você tem?", perguntou o homem de Chicago.
-"Um dólar e onze centavos", respondeu a menina num sussurro. "É tudo que tenho, mas posso conseguir mais se for preciso."
-"Puxa, que coincidência!" - sorriu o homem. "Um dólar e onze centavos!!! Exatamente o preço de um milagre para irmãozinhos."
O homem pegou o dinheiro com uma mão e, dando a outra mão à menina, disse:
-"Leve-me até sua casa. Quero ver seu irmão e conhecer seus pais. Quero ver se tenho o tipo de milagre de que você precisa."
Aquele senhor gentil era um cirurgião, especializado em neurocirurgia. A operação foi feita com sucesso e sem outros custos além do dinheiro que ele fez questão de pegar da menina.
Alguns meses depois Andrew estava em casa novamente, recuperado. A mãe e pai comentavam alegremente sobre a seqüência de acontecimentos ocorridos.
-"A cirurgia", murmurou a mãe, "foi um milagre real. Gostaria de saber quanto custou!"
A menina sorriu. Ela sabia exatamente quanto custa um milagre...
Um dólar e onze centavos... Mais a fé de uma garotinha...
Não há situação, por pior que seja, que resista ao milagre do amor.

Quando o amor entra em ação, tudo vence e tudo acalma.
Onde o amor se apresenta, foge a dor, se afasta o sofrimento e o egoísmo bate em retirada.
Creia. O Sr Deus tem cuidado de ti !



Canibais.

Em Nairóbi, Quênia, depois de um criterioso processo de recrutamento com entrevistas, testes e dinâmicas de grupo, uma grande empresa contratou um grupo de canibais para fazerem parte de sua equipe.

"Agora vocês fazem parte de uma grande equipe" - disse o Diretor de RH, durante a cerimônia de boas vindas.
"Vocês vão desfrutar de todos os benefícios da empresa. Por exemplo, podem ir à lanchonete da empresa quando quiserem para comer alguma coisa. Só peço que não comam os outros empregados, por favor!"

Quatro semanas mais tarde, o chefe os chamou:
"Vocês estão trabalhando duro e eu estou satisfeito. Mas a mulher que serve o cafezinho desapareceu. Algum de vocês sabe o que pode ter acontecido?"
Todos os canibais negaram com a cabeça.

Depois que o chefe foi embora, o líder canibal pergunta a eles: "Quem foi o idiota que comeu a mulher que servia o cafezinho?" Um deles, timidamente,ergue a mão.

O líder responde: "Mas tu és um asno, mesmo! Nós estamos aqui, com essa tremenda oportunidade nas mãos. Já comemos 3 diretores, 2 superintendentes, 5 assessores e uns 3 gerentes durante essas quatro semanas sem ninguém perceber nada. E poderíamos continuar ainda a comer por um bom tempo. Mas não... você tinha de estragar tudo e comer uma pessoa que faz falta!







Como funciona um banco:

Se um correntista tivesse depositado R$ 100,00 (Cem Reais) na poupança num banco, no dia 1º de julho de 1994 (data de lançamento do real), ele teria hoje na conta a fantástica quantia de R$ 374,00 (Trezentos Setenta e Quatro Reais).

Se esse mesmo correntista tivesse sacado R$ 100,00 (Cem Reais) no Cheque Especial,na mesma data, teria hoje uma dívida de R$ 139.259,00 (Cento e Trinta e Nove Mil e Duzentos Cinqüenta e Nove Reais), no mesmo banco.

Ou seja: com R$ 100,00 do Cheque Especial, ele ficaria devendo 9 Carros Populares, e com o da poupança, conseguiria comprar apenas 4 Pneus.

Não é a toa que o Bradesco teve quase R$ 2.000.000.000,00 (Dois Bilhões de Reais) de lucro liquido somente no 1º semestre, seguido de perto do Itaú etc...

Dá para comprar um outro banco por semestre!

E os Juros Exorbitantes dos cartões de crédito?

VISA 10,40 % ao Mês
CREDICARD 11,40 % ao Mês
POUPANÇA 0,79 % ao Mês

Vamos protestar, passando para frente via Internet, a contestação dessa situação insustentável de desequilíbrio econômico, pois nunca é tarde...

ACORDA BRASIL!




Crocodilo Australiano.

Em uma destas noites paulistanas, um jovem milionário promoveu uma festa em uma de suas gigantescas mansões.
Em determinado momento da noite, ele pede para que a música pare e diz olhando para a piscina onde criara crocodilos australianos:
- Quem pular na piscina e conseguir atravessá la saindo vivo, ganhará meus lindos carros! Alguém se habilita? Ninguém responde.
Insiste o milionário:
- Quem pular na piscina e conseguir atravessá- lá saindo vivo, ganhará além dos carros, os meus aviões!
Impera um silêncio tumular!
Mais uma vez, ele oferta:
- Quem pular na piscina e conseguir atravessá-la saindo vivo, ganhará além dos carros, e dos meus aviões, todas as minhas mansões!
Neste momento alguém salta para a sorte!
Lutas intensas, segura a boca de crocodilos com pés e mãos, torce a cauda do réptil!
Nossa, quanta violência, emoção, parecia o Crocodilo Dandy!
Impressionante, após alguns minutos de terror e pânico, sai o corajoso homem, cheio de arranhões, hematomas, e quase despido.
O rico parabeniza o homem e pergunta:
- Onde quer que eu lhe entregue os carros?
Responde o homem:
Não quero seus carros não!
O rico insiste e pergunta, onde quer que eu lhe entregue os aviões?
Mais uma vez o homem responde:
- Não quero nada que é seu.
O rico estranhando a reação do corajoso homem pergunta:
- Mas, e as mansões?
O homem: Eu tenho uma boa casa, não preciso das suas.
Pode ficar com elas!
Todos impressionados, o rico questiona:
- Mas se não quer nada do que lhe ofertei, o que quer então?
O homem respondeu gritando:
- ACHAR O DESGRAÇADO QUE ME EMPURROU NA PISCINA!

Moral da História·SOMOS CAPAZES DE MUITAS COISAS
QUE POR VEZES NÓS MESMOS NÃO ACREDITAMOS.
E PARA CONCRETIZÁ-LAS PRECISAMOS APENAS DE UM EMPURRÃOZINHO.



O segundo lugar é o primeiro perdedor.

As coisas que impedem você de ser REVOLUCIONÁRIO são as coisas doces, prazeirosas, calmas e tenras da qual você nunca terá medo. Ter medo de sentir medo é a força que impede você de se curar.

Querida(o) Amiga(o),

Timothy Njoya nasceu em 1941 no Quênia. Ordenado Padre, virou símbolo vivo da luta do Ser Humano pela Liberdade de Expressão e Democracia na África. Crítico fervoroso do governo do Quênia para as questões de corrupção, injustiça e democracia, Njoya viu a morte de perto inúmeras vezes por resistir ao regime autoritário do seu país por mais de trinta anos.

Uma noite, sete homens armados atacaram Njoya em sua casa, cortaram fora seus dedos e rasgaram sua barriga. Enquanto jazia deitado no chão e sangrando, vendo-se perto da morte, Njoya com a voz trêmula começou a doar os poucos pertences que tinha em sua casa aos seus assassinos. Ao primeiro atacante, Njoya deu a sua bíblia, ao segundo, as roupas do seu armário, ao terceiro, a comida da sua cozinha, e assim por diante. Surpresos com tamanha generosidade, os sete homens levaram sua vítima as pressas para o hospital onde Njoya foi salvo.

Quando perguntado de onde vem a força que o faz resistir a tanta violência e pobreza por tantos anos, Njoya diz, "Os Seres Humanos foram criados a imagem de Deus, por isso, TODOS merecem ser tratados com dignidade e respeito; opressão, injustiça e corrupção são princípios estrangeiros ao reino de Deus".

Pobre de nascença e sem ajuda da família, Njoya conseguiu frequentar uma escola com muita dificuldade. Adulto, formou-se Mestre, maduro, formou-se PhD na faculdade de Princeton nos EUA. Em 2000, recebeu a medalha John Humphrey por sua dedicação aos melhores ideais da humanidade.

Hoje, 2005, Njoya continua com sua luta. O Quênia ainda vive problemas políticos, mas observadores internacionais acreditam que dias melhores estão prestes a nascer graças ao exemplo que Njoya traz para o povo de toda a África.

A maneira que você enfrenta o medo de todos os dias pode salvar a sua vida e selar o seu destino.

Medo, medo, medo..., QUE GRANDE BESTEIRA... se você não vive uma vida confusa hoje em dia, você não está pensando com clareza.

Hoje pela manhã uma jovem de 35 anos me disse que faz 3 anos que ela não trabalha com carteira assinada (CLT), e que por isso, ela não consegue planejar sua vida, comprar suas coisas e viver com segurança.

Njoya, mesmo com todas as suas dificuldades particulares - como a pobreza da sua família -, encontrou uma maneira de direcionar a realização da sua vida para ajudar outras pessoas a crescer, e não apenas a si mesmo.

Ter CLT hoje no Brasil é dar um tiro no pé do país. Se nada for feito com relação a essa regra arcaica, se o governo continuar a apostar na política do "segundo lugar", do "não-conflito as feridas", o país vai quebrar lá na frente. Se não enfrentarmos REFORMAS JÁ, o país vai quebrar.

Viver sem CLT pode ser AMEDRONTADOR para alguns pobres de coração, mas é ENRIQUECEDOR para os nobres de espírito. Que situação poderia ser melhor do que essa para você aprender a economizar porque você não sabe o dia de amanhã? Que situação poderia ser melhor do que essa para você se sacrificar um pouco para ajudar a reformar esse país-patrocinado?

Medo... QUE GRANDE BESTEIRA... Medo existe todos os dias e para todas as pessoas, o que interessa é a maneira que você lida com essas situações.

O meu avô, o seu avô, o nosso avô - muito antes de sindicatos surgirem e exigirem CLT e 13º salário (um mês INTEIRO de ganhos pessoais sem gerar riqueza para outras pessoas!) - , vendiam o almoço para comprar o jantar, e ainda economizavam a sobremesa; e no dia seguinte, acordavam de braços abertos para abraçar um novo mundo de incertezas e medos.

"Segurança" é filosofia de SEGUNDO LUGAR!

E Segundo Lugar é o Primeiro Perdedor.

E Perdedor é algo que eu não admito.

Não querer ocupar o PRIMEIRO LUGAR é algo que eu não admito. Não querer ser o MELHOR DO MUNDO é algo que eu não admito. Se contentar em ganhar um salário de 10 mil reais por mês é algo que eu não admito. Se contentar com tão pouco para si e menos ainda para os outros, é algo que eu não admito.

Enquanto Ética, Realidade e Coragem forem princípios estrangeiros na sua vida, todos nós continuaremos a ser um País de Segundo Lugar.

Você não precisa ter uma meta de se tornar um Bill Gates, mas você PRECISA ter uma FILOSOFIA DE VIDA de ser o PRIMEIRO naquilo que você faz, e fazer de uma maneira que faria o Bill Gates dizer que ele não é capaz de fazer o que você faz.

"Por que não?" é filosofia de PRIMEIRO LUGAR!

Por que não experimentar uma nova maneira de falar com as pessoas? Por que não adotar uma nova prática nas próximas reuniões? Por que não experimentar uma nova posição dentro da empresa? Por que não pedir Desculpas de vez em quando? Por que não pedir ajuda de vez em quando? Por que não chegar mais cedo amanhã? Por que não dizer ao chefe o que você somente diz ao seu marido? Por que não parar de fazer o que você está fazendo e se perguntar para onde esse caminho vai te levar? Por que não arriscar? Por que não ser o Exemplo?

Somente a GRANDEZA faz sentido. Ser PRIMEIRO. Ser MELHOR DO MUNDO. Aumentar a RIQUEZA DA HUMANIDADE e provocar nos outros a vontade de ser melhor do que você.

NÃO CORRA do seu destino!

NÃO CORRA de nada!

Seja o PRIMEIRO a enfrentar. NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA.

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

Ricardo Jordão Magalhães
Fundador, Presidente e Seu Amigo
ricardom@bizrevolution.com.br
BIZREVOLUTION











 




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