Textos (página 02)




A Parábola da Caixinha.

Um gerente pediu certa vez a um sábio, que o ajudasse a melhorar sua equipe de trabalho, que tinha baixo rendimento. O sábio escreveu algo em um pedaço de papel e colocou em uma caixa, fechou e entregou ao granjeiro, dizendo: "Leva esta caixa por todos os lados da empresa, em seus diversos departamentos, três vezes ao dia, durante um ano". No dia seguinte, assim fez o gerente.
Pela manhã, foi ao departamento de Telemarketing e encontrou um empregado batendo papo ao telefone com a namorada, outro estava com a mesa muito desorganizada, um faltara e outro acabara de chegar 45 minutos atrasado. Chamou a atenção, particularmente de cada um deles, explicando como este comportamento afeta no rendimento individual e na produtividade como equipe.
Ao meio dia, quando foi na linha de produção, verificou um grande desperdício de matéria prima e rapidamente, corrigiu a falha, treinando os supervisores e inspetores de qualidade.
Ao entardecer, antes de encerrar o expediente, indo até o setor de expedição e entrega, verificou que por falta de uma rota bem traçada o desperdício de combustível e tempo era excessivo.A partir daí, todos os dias ao percorrer a empresaa, de um lado para outro, com seu amuleto, encontrava coisas que deveriam ser corrigidas.
Ao final do ano, voltou a encontrar o sábio e lhe disse: "Deixa esta caixa comigo por mais um ano; minha empresa melhorou o rendimento desde que estou com o amuleto."O sábio riu e, abrindo a caixa, disse:- "Podes ter este amuleto pelo resto da sua vida."

No papel havia escrito a seguinte frase:

"Se queres que as coisas melhorem, deves acompanhá-las constantemente."

A Ratoeira.

Era uma vez numa fazenda, quando um rato olhando pelo buraco na parede vê o fazendeiro e sua esposa abrirem um pacote. Pensou logo em que tipo de comida poderia ter ali. Ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira.

Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos: "Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa." Gritava por todos os cantos !!!

A galinha, que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse: "Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."

O rato foi até o porco e disse a ele: "Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira."

"Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."

O rato dirigiu-se então à vaca. Ela disse: "O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!"

Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira pegou a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher. O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.

Arrogância.

O diálogo abaixo é verídico, e foi travado em outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland. Os americanos começaram na maciota:

- Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.

Os canadenses responderam de pronto:

- Recomendo mudar o SEU curso 15 graus para sul.

O americano ficou mordido:

- Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana.
Repito, mude o SEU curso.

Mas o canadense insistiu:

- Não. Mude o SEU curso atual.

O negócio começou a ficar feio. O capitão americano berrou ao microfone:

- Este é o porta-aviões USS Lincoln, o segundo maior navio da frota americana no Atlântico. Estamos acompanhados de três destroyers, três fragatas e numerosos navios de suporte. Eu exijo que vocês mudem seu curso 15 graus para norte, ou então tomaremos contramedidas para garantir a segurança do navio.

E o canadense respondeu:

- Aqui é um farol, câmbio!

Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos... quantas vezes criticamos a ação dos outros, quantas vezes exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós quando na verdade nós é que deveríamos mudar o nosso rumo....

Reunião na Carpintaria.

Era uma vez uma carpintaria e num determinado dia houve uma vez uma estranha reunião.

Foi uma reunião das ferramentas para acertar suas diferenças.

O martelo exerceu a presidência, mas foi expulso teria que renunciar. A causa? Fazia demasiado barulho e todo o tempo golpeando. O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.

O parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais.

A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse a trena, que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora a única perfeita.

Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, a trena e o parafuso. Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel. Quando a carpintaria ficou novamente só, a reunião reativou a discussão.

Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:

- Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, e concentremo-nos em nossos pontos fortes.

A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas e a trena era precisa e exata. Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade. Sentiram alegria pela oportunidade de trabalhar juntos. Ocorre o mesmo com os seres humanos.

Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa. Ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas.

É fácil encontrar defeitos. Qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades e enxergar atributos, isto é para os sábios.

O lençol sujo.

Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.

Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou atráves da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:

- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!

- Está precisando de um sabão novo.

Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas! O marido observou calado.

Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:

- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos!

Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!

E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.

Passado um tempo a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:

- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, Será que outra vizinha ensinou??? Porque eu não fiz nada.

O marido calmamente respondeu:

- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!

E assim é.

Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos.

Críticas.

Como você reage a crítica? Elas põem você pra baixo?
Muitas pessoas estão ansiosas para reclamar e criticar só porque têm um prazer perverso em colocar os outros para baixo.
Você realmente quer que estas pessoas controlem a maneira como você se vê?
Muitas críticas são úteis e podem nos ajudar a mudar de maneira positiva.
Imagine como seria difícil melhorar se nunca recebêssemos feedback.
Mas uma crítica é apenas a opinião de uma pessoa.
Se você deixa as críticas modelarem o modo como pensa sobre si mesmo, então sua felicidade esta a mercê dos outros.
Quando alguém criticá-lo, procure objetivamente por algo positivo e útil no que está sendo dito.
Então descarte o resto. Isso não precisa deprimi-lo.
Quando você vive com paixão e propósito, esforçado-se de maneira sincera para fazer o melhor que consegue, será que a opinião dos outros é tão importante assim?
Pensamentos negativos de outras pessoas, particularmente os sem fundamento, não valem o esforço da preocupação que causam.
Existem muitas pessoas a quem você nunca vaia agradar.
Isso é problema delas – não seu.
Aprenda o que puder com seus críticos.
Depois, avance com confiança e determinação.

A última corda.

ERA UMA VEZ um grande violinista chamado PAGANINI. Alguns diziam que ele era muito estranho. Outros, que era sobrenatural. As notas mágicas que saíam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de ver seu espetáculo. Numa certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo. A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro foi ovacionado. Mas quando a figura de Paganini surgiu, triunfante, o público delirou. Paganini coloca seu violino no ombro e o que se assiste a seguir é indescritível. Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias parecem ter asas e voar com o toque daqueles dedos encantados.

DE REPENTE, um som estranho interrompe o devaneio da platéia. Uma das cordas do violino de Paganini arrebenta. O maestro parou. A orquestra parou. O público parou.

Mas Paganini não parou.

Olhando para sua partitura, ele continua a tirar sons deliciosos de um violino com problemas. O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar. Mal o público se acalmou quando, DE REPENTE, um outro som perturbador derruba a atenção dos assistentes. Uma outra corda do violino de Paganini se rompe. O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo

Paganini não parou.

Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou, tirando sons do impossível. O maestro e a orquestra, impressionados voltam a tocar. Mas o público não poderia imaginar o que iria acontecer a seguir. Todas as pessoas, pasmas, gritaram OOHHH! Que ecoou pela abobadilhada daquele auditório. Uma terceira corda do violino de Paganini se quebra. O maestro pára. A orquestra pára. A respiração do público pára.

Mas Paganini não pára.

Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído. Nenhuma nota foi esquecida. O maestro empolgado se anima. A orquestra se motiva. O público parte do silêncio para a euforia, da inércia para o delírio.

Paganini atinge a glória.

Seu nome corre através do tempo. Ele não é apenas um violinista genial. É o símbolo do profissional que continua diante do impossível.

Além do dever.

Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe tinta e pincéis e começou a pintar o barco de um amarelo brilhante, como fora contratado para fazer.

Enquanto pintava, notou que a tinta estava passando pelo fundo do barco.

Procurou e descobriu que a causa do vazamento era um buraco e o consertou. Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.

No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e lhe entregou um cheque de grande valor.

O pintor ficou surpreso e falou: O senhor já me pagou pela pintura do barco. Mas isto não é pelo trabalho de pintura, falou o homem. É por ter consertado o vazamento do barco. Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar, acrescentou o pintor.

Certamente o senhor não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante! Meu caro amigo, você não compreendeu, disse o proprietário do barco. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento.
Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois me lembrei que o barco tinha um furo. Grandes foram meu alívio e minha alegria quando os vi retornando, sãos e salvos. Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado. Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua "pequena" boa ação .

Se em nossa ação diária todos nós fizéssemos como aquele pintor, certamente o mundo seria diferente.

Mas, o que geralmente acontece é que fazemos apenas a nossa obrigação, quando a fazemos.

Fazer o que nos compete, com disposição e zelo, é apenas cumprir um dever Todavia, se, além do dever, buscássemos fazer o que precisa ser feito, sem que ninguém nos peça, então poderíamos dizer que estamos investindo numa sociedade melhor. Quem trabalha apenas para receber seu salário, demonstra que vale quanto ganha. Mas, quem executa suas obrigações e vai além, sem esperar recompensa alguma, está investindo na própria felicidade.

O trabalho dignifica o ser, mas o trabalho feito com amor e dedicação, enobrecem a alma.

Trabalhar por convicção e prazer, e não por obrigação, é a melhor maneira de se sentir bem.

Isso porque, se ninguém elogiar nosso trabalho nem reconhecer nosso esforço, para nós não fará diferença alguma. A grande satisfação estará calcada unicamente em fazer com excelência o que fazemos.

E o salário, nesse caso, será apenas uma conseqüência.

A Águia e o Pardal.

O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores, estava Andala, um pardal que não se cansava de observar Yan, a grande águia. Seu vôo preciso, perfeito, enchia seus olhos de admiração. Sentia vontade em voar como a águia, mas não sabia como o fazer. Sentia vontade em ser forte como a águia, mas não conseguia assim ser. Todavia, não cansava de segui-la por entre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza... Um dia estava a voar por entre a mata a observar o vôo de Yan, e de repente a águia sumiu da sua visão. Voou mais rápido para reencontrá-la, mas a águia havia desaparecido. Foi quando levou um enorme susto: deparou de uma forma muito repentina com a grande águia a sua frente. Tentou conter o seu vôo, mas foi impossível, acabou batendo de frente com o belo pássaro. Caiu desnorteado no chão e quando voltou a si, pode ver aquele pássaro imenso bem ao seu lado observando-o. Sentiu um calafrio no peito, suas asas ficaram arrepiadas e pôs-se em posição de luta. A águia em sua quietude apenas o olhava calma e mansamente, e com uma expressão séria, perguntou-lhe:

Por que estás a me vigiar, Andala?

- Quero ser uma águia como tu, Yan. Mas, meu vôo é baixo, pois minhas asas são curtas e vislumbro pouco por não conseguir ultrapassar meus limites.

- E como te sentes amigo sem poder desfrutar, usufruir tudo aquilo que está além do que podes alcançar com tuas pequenas asas?

- Sinto tristeza. Uma profunda tristeza. A vontade é muito grande de realizar este sonho... O pardal suspirou olhando para o chão... E disse:

- Todos os dias acordo muito cedo para vê-la voar e caçar. És tão única, tão bela. Passo o dia a observar-te.

- E não voas? Ficas o tempo inteiro a me observar? Indagou Yan.

- Sim. A grande verdade é que gostaria de voar como tu voas... Mas as tuas alturas são demasiadas para mim e creio não ter forças para suportar os mesmos ventos que, com graça e experiência, tu cortas harmoniosamente...

- Andala, bem sabes que a natureza de cada um de nós é diferente, e isto não quer dizer que nunca poderás voar como uma águia. Sê firme em teu propósito e deixa que a águia que vive em ti possa dar rumos diferentes aos teus instintos. Se abrires apenas uma fresta para que esta águia que está em ti possa te guiar, esta dar-te-á a possibilidade de vires a voar tão alto como eu. Acredita!

E assim, a águia preparou-se para levantar vôo, mas voltou-se novamente ao pequeno pássaro que a ouvia atentamente:

- Andala, apenas mais uma coisa: Não poderás voar como uma águia, se não treinares incansavelmente por todos os dias. O treino é o que dá conhecimento, fortalecimento e compreensão para que possas dar realidade aos teus sonhos. Se não pões em prática a tua vontade, teu sonho sempre será apenas um sonho. Esta realidade é apenas para aqueles que não temem quebrar limites, crenças, conhecendo o que deve ser realmente conhecido. É para aqueles que acreditam serem livres, e quando trazes a liberdade em teu coração poderás adquirir as formas que desejares, pois já não estarás apegado a nenhuma delas, serás livre!

Um pardal poderá, sempre, transformar-se numa águia, se esta for sua vontade. Confia em ti e voa, entrega tuas asas aos ventos e aprende o equilíbrio com eles.

Tudo é possível para aqueles que compreenderam que são seres livres, basta apenas acreditar, basta apenas confiar na tua capacidade em aprender e ser feliz com tua escolha!


O Anel.

Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada.  Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?

O professor sem olhá-lo, disse:

- Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver meu próprio problema. Talvez depois.

E fazendo uma pausa falou:

- Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e  depois talvez possa te ajudar.

- C...Claro, professor - gaguejou o jovem. Mas se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor.

O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:

- Monte no cavalo e vá até o mercado. Deve vender esse anel porque tenho que  pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível. O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele.

Só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel.Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.

Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo  fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação de seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos.

Entrou na casa e disse:

- Professor, sinto muito, mas foi impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.

- Importante, meu jovem - contestou o professor sorridente - devemos saber  primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro.

Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vender o anel e  pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.

O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o anel e disse:

- Diga ao seu professor, se ele quer vender agora, que não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.

- 58 MOEDAS DE OURO!!! - exclamou o jovem.

- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente...

O jovem correu emocionado até a casa do professor para contar o que ocorreu.

- Senta - disse o professor. E depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou disse:

- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor??? E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

- Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.

"Ninguém pode te fazer sentir inferior sem o seu consentimento."

Fardos Adicionais.

Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra. Nas costas carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas. Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.

Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou: 'Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande numa mão e o tijolo na outra??'

'É estranho', respondeu o viajante, ' nem eu sei... eu nunca tinha realmente notado que a carregava.' Então, ele jogou a pedra e o tijolo fora e se sentiu muito melhor. Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou: 'Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada na cabeça ?'

'Estou contente que me tenha feito essa pergunta', disse o viajante, 'porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.' Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.

Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias. E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.

Qual era na verdade o problema dele? A pedra, o tijolo, o saco de terra, a abóbora?

NENHUM DELES... Era a falta de consciência da existência delas. Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado. Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas adicionais sem perceber. Não é de se estranhar que estejam tão cansadas e desanimadas! E isto reflete no seu trabalho e no seu semblante!!! O que são algumas dessas cargas que pesam na mente de um homem e que roubam as suas energias?

1 - Pensamentos negativos.
2 - Culpar e acusar outras pessoas.
3 - Permitir que impressões tenebrosas descansem na mente ( Macaco )
4 - Carregar uma falsa carga de culpa por coisas que não poderiam ter evitado.
5 - Auto-piedade.
6 - Acreditar que não existe saída.

Quanto mais rapidamente nos livrarmos de fardos desnecessários seremos mais felizes e produtivos.!!!

Tolerância.

Um famoso senhor com poder de decisão, gritou com um diretor da sua empresa porque estava com ódio naquele momento.

O diretor, chegando em casa, gritou com sua esposa, acusando-a de que estava gastando demais, porque havia um bom e farto almoço à mesa.

Sua esposa gritou com a empregada que quebrou um prato.

A empregada chutou o cachorrinho no qual tropeçara.

O cachorrinho saiu correndo e mordeu uma senhora que ia passando pela rua, porque estava atrapalhando sua saída pelo portão. Essa senhora foi à farmácia para tomar vacina e fazer um curativo e gritou com o farmacêutico, porque a vacina doeu ao ser-lhe aplicada.

O farmacêutico, chegando em casa, gritou com sua mãe, porque o jantar não estava do seu agrado.

Sua mãe, tolerante, um manancial de amor e perdão, afagou seus cabelos e beijou-o na testa, dizendo-lhe:

"- Filho querido, prometo-lhe que amanhã farei os seus doces favoritos. Você trabalha muito, está cansado e precisa de uma boa noite de sono. Vou trocar os lençóis da sua cama, pôr outros bem limpinhos e cheirosos para que você descanse em paz. Amanhã você vai se sentir melhor." E abençoou-o, retirando-se e deixando-o sozinho com os seus pensamentos.

Naquele momento, rompeu-se o círculo do ódio, porque ele esbarrou-se com a TOLERÂNCIA, a DOÇURA, o PERDÃO e o AMOR.

Se você está, ou se colocaram você em um círculo do ódio, lembre-se de que com TOLERÂNCIA, DOÇURA, PERDÃO e AMOR pode-se quebrá-lo."

"A História dos Sentimentos".

Contam que, uma vez, se reuniram todos os sentimentos, qualidades e defeitos dos homens em um lugar da terra.

Quando o ABORRECIMENTO havia reclamado pela terceira vez, a LOUCURA, como sempre tão louca lhe propôs : - Vamos brincar de esconde-esconde???

A INTRIGA levantou a sobrancelha intrigada e a CURIOSIDADE, sem poder conter-se, perguntou:

- Esconde-esconde? Como é isso?
- É um jogo, explicou a LOUCURA, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão, enquanto vocês se escondem, e quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupará o meu lugar para continuar o jogo.

O ENTUSIASMO dançou seguido pela EUFORIA.

A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou por convencer a DÚVIDA e até mesmo a APATIA, que nunca se interessavam por nada. Mas nem todos quiseram participar: a VERDADE preferiu não esconder-se, pois pensou _ “ para que me esconder se no final todos me encontrarão ?”.

A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto e a COVARDIA preferiu não arriscar-se.

Um , dois, três ...começou contar a LOUCURA.

A primeira a esconder-se foi a PRESSA, que como sempre caiu atrás da primeira pedra no caminho. A FÉ subiu ao céu e a INVEJA se escondeu atrás da sobra do triunfo, que com seu próprio esforço tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta.

A GENEROSIDADE quase não conseguiu esconder-se, pois cada local que encontrava, lhe parecia maravilhoso para algum dos seus amigos: Se um lago cristalino, ideal para a BELEZA. Se era a copa de uma árvore, perfeito para a TIMIDEZ. Se era o vôo de uma borboleta, o melhor para a VOLÚPIA. Se era uma rajada de vento, magnífico para a LIBERDADE.. E assim, acabou escondendo-se em um raio de sol.

O EGOÍSMO, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o início. Ventilado, cômodo, mas apenas para ele.

A MENTIRA, escondeu-se no fundo do oceano ( mentira,na realidade, escondeu-se atrás do arco-íris ) e a PAIXÃO e o DESEJO, no centro dos vulcões. O ESQUECIMENTO, não recordo-me onde escondeu-se, mas isso não é o mais importante. Quando a LOUCURA estava lá pelo 999.998, o AMOR ainda não havia encontrado um lugar para esconder-se, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou uma rosa e, carinhosamente , decidiu esconder-se entre suas flores.

Um milhão !!! – terminou de contar a LOUCURA e começou a busca.

A primeira a aparecer foi a PRESSA, apenas a três passos de uma pedra. Depois, escutou a FÉ discutindo com DEUS, no céu, sobre zoologia. Sentiu vibrar a PAIXÃO e o DESEJO nos vulcões. Em um descuido, encontrou a INVEJA e claro, pode deduzir onde estava o TRIUNFO. O EGOÍSMO, não teve nem que procurá-lo. Ele sozinho saiu disparado de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas. De tanto caminhar, sentiu sede e ao se aproximar de um lago, descobriu a BELEZA. A DÚVIDA foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado se esconder. E assim foi encontrado o TALENTO entre ervas frescas, a ANGÚSTIA e a DEPRESSÃO numa cova escura, a MENTIRA atrás do arco-íris ( mentira, estava no fundo do oceano ) e até o ESQUECIMENTO, que já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde.

Apenas o AMOR não aparecia em nenhum local. A LOUCURA procurou atrás de cada árvore, embaixo de cada rocha do planeta e em cima das montanhas. Quando estava a ponto de dar-se por vencida,encontrou um roseiral. Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando, no mesmo instante, escutou um doloroso grito. Os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos.

A LOUCURA não sabia o que fazer para desculpar-se. Chorou, rezou, implorou, pediu e até prometeu ser seu guia.

Desde então, desde que pela primeira vez brincou de esconde-esconde na terra:

O AMOR é cego e a LOUCURA sempre o acompanha.

Uma lição de vida.

No primeiro dia na Universidade, nosso professor se apresentou e nos pediu que procurássemos conhecer alguém que não conhecíamos ainda. Fiquei de pé e olhei ao meu redor, quando uma mão me tocou suavemente no ombro. Era uma velhinha enrugada cujo sorriso lhe iluminava todo seu ser.

Oi, gato! meu nome é Rose. Tenho oitenta e sete anos. Posso te dar um abraço?

Ri e lhe respondi com entusiasmo:

Claro que pode!

Ela me deu um abraço muito forte. Por que a senhora está na Universidade numa idade tão jovem, tão inocente?, lhe perguntei.

Rindo respondeu:

Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos, e logo aposentar-me e viajar.

Eu falo sério, lhe disse.

Queria saber o que a tinha motivado a afrontar esse desafio na sua idade. E ela disse:

Sempre sonhei em ter uma educação universitária e agora vou ter! Depois da aula caminhamos ao edifício da associação de estudantes e compartilhamos uma batida de chocolate.

Nos fizemos amigos em seguida. Todos os dias durante os três meses seguintes saíamos juntos da classe e falávamos sem parar. Me fascinava escutar a esta "máquina do tempo".Ela compartilhava sua sabedoria e experiência comigo.

Durante esse ano, Rose se fez muito popular na Universidade; fazia amizades aonde ia. Gostava de vestir-se bem e se deleitava com a atenção que recebia dos outros estudantes. Desfrutava muito.

Ao terminar o semestre convidamos Rose para falar no nosso banquete de futebol. Não esquecerei nunca o que ela nos ensinou nessa oportunidade.

Logo que a apresentaram, subiu ao pódio. Quando começou a pronunciar o discurso que tinha preparado de antemão, caíram no chão os cartões aonde tinha os apontamentos.

Frustrada e um pouco envergonhada se inclinou sobre o microfone e disse simplesmente:

Desculpem que eu esteja tão nervosa. Deixei de tomar cerveja pela quaresma e este whisky me está matando! Não vou poder voltar a colocar meu discurso em ordem, assim, se me permitem, simplesmente vou dizer-lhes o que sei.

Enquanto nós ríamos, ela aclarou a garganta e começou:

"Não deixemos de brincar só porque estamos velhos; ficamos velhos porque deixamos de brincar. Há só quatro segredos para manter-se jovem, ser feliz e triunfar. Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.

Temos que ter um ideal. Quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.

Há tantas pessoas caminhando por aí que estão mortas e nem sequer sabem!

Há uma grande diferença entre estar velho e amadurecer. Se vocês têm dezenove anos e ficam na cama um ano inteiro sem fazer nada produtivo se converterão em pessoas de vinte anos. Se eu tenho oitenta e sete anos e fico na cama por um ano sem fazer nada terei oitenta e oito anos.

Todos podemos envelhecer. Não requer talento nem habilidade para isso. O importante é amadurecemos encontrando sempre a oportunidade na mudança. Não me arrependo de nada. Os velhos geralmente não se arrependem do que fizeram, senão do que não fizeram. Os únicos que temem a morte são os que têm remorso".

Terminou seu discurso cantando 'A Rosa'. Nos pediu que estudássemos a letra da canção e a colocássemos em prática em nossa vida diária.

Rose terminou seus estudos. Uma semana depois da formatura, Rose morreu tranqüilamente enquanto dormia. Mais de dois mil estudantes universitários assistiram as honras fúnebres para render tributo a maravilhosa mulher que lhes ensinou com seu exemplo que nunca é demasiado tarde para chegar a ser tudo o que se pode ser.

"Não esqueçam que, AMADURECER É OBRIGATÓRIO; ENVELHECER É OPCIONAL



Enxergando além dos olhos.

O dono de uma loja estava colocando um anúncio na porta.

"Cachorrinhos à venda". Esse tipo de anúncio sempre atrai as crianças, e logo um menininho apareceu na loja perguntando:

- Qual é o preço dos cachorrinhos?

O dono respondeu:

- Entre R$ 30,00 e R$ 50,00.

O menininho colocou a mão em seu bolso e tirou umas moedas:

- Só tenho R$2,37. posso vê-los?.

O homem sorriu e assobiou. De trás da loja saiu sua cachorra correndo seguida pôr cinco cachorrinhos.

Um dos cachorrinhos estava ficando consideravelmente para trás. O menininho imediatamente apontou o cachorrinho que estava mancando.

- O que aconteceu com esse cachorrinho? - perguntou.

O homem lhe explicou que quando o cachorrinho nasceu, o veterinário lhe disse que tinha uma perna defeituosa e que andaria mancando pelo resto de sua vida.

O menininho se emocionou e exclamou:

- Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!.

E o homem respondeu:

- Não, você não vai comprar esse cachorro, se você realmente o quer,eu te dou de presente.

E o menininho não gostou, e olhando direto nos olhos do homem lhe disse:

-Eu não quero que você me dê de presente. Ele vale tanto quanto os outros cachorrinhos e eu pagarei o preço completo.

Agora vou lhe dar meus R$ 2,37 e a cada mês darei R$ 0,50 até que o tenha pago pôr completo.

O homem respondeu:

- Você não quer de verdade comprar esse cachorrinho, filho.

Ele nunca será capaz de correr, saltar e brincar como os outros cachorrinhos.

O menininho se agachou e levantou a perna de sua calça para mostrar sua perna esquerda, cruelmente retorcida e inutilizada, suportada pôr um grande aparato de metal. Olhou de novo ao homem e lhe disse:

- Bom, eu também não posso correr muito bem, e o cachorrinho vai precisar de alguém que o entenda.

O homem estava agora envergonhado e seus olhos se encheram de lágrimas sorriu e disse:

- Filho, só espero e rezo para que cada um destes cachorrinhos tenha um dono como você.

Moral:
Na vida não importa como és, mas que alguém te aprecie pelo que és e te aceite e te ame incondicionalmente.

Um verdadeiro amigo é aquele que chega quando o resto do mundo já se foi.


A Mamãe camelo e seu bebê.

Uma mãe e um bebê camelo estavam por ali, à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:

Bebê: Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?

Mãe: Claro! O que está incomodando o meu filhote?

Bebê: Porquê os camelos têm corcova?

Mãe: Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto,precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água.

Bebê: Certo, e porquê nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?

Mãe: Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto.

Sabe, com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um! disse a mãe, toda orgulhosa.

Bebê: Certo! Então, porquê nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.

Mãe: Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! disse a mãe com orgulho dos olhos.

Bebê: Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto. Então O que estamos fazendo aqui no Zoológico???????

Moral da história:

"Habilidade, conhecimento, capacidade e experiências são úteis se você estiver no lugar  certo" (ONDE você está agora?????)

As duas pulgas.

(texto atribuído a Max Gehringer, enviado por Márcio Xavier, amestrador de pulgas do circo Vostok)

Muitas empresas caíram e caem na armadilha das mudanças drásticas de coisas que não precisam de alteração, apenas aprimoramento. O que lembra a história de duas pulgas.

Duas pulgas estavam conversando e então uma comentou com a outra:

- Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.

Elas então contrataram uma mosca como consultora, entraram num programa de reengenharia de vôo e saíram voando. Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:

- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele. Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.

Elas então contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu.... A primeira pulga explicou por quê:

- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.

E então um pernilongo lhes prestou uma consultoria para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos... Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:

- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plástica?

- Não, reengenharia. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.

- E por que é que estão com cara de famintas?

- Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E você?

- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.

Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha:

- Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma reengenharia?

- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.

- Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas?, quiseram saber as pulgonas...

- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me disse: "Não mude nada. Apenas sente no cocuruto do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança".

MORAL: Você não precisa de uma reengenharia radical para ser mais eficaz. Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento.

Sacudindo a terra.

Um dia, o cavalo de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria.

Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.

Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que o cavalo já estava muito velho e não servia mais para nada, e também o poço já estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma.

Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o cavalo de dentro do poço. Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o cavalo. Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.

O cavalo não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele, e chorou desesperadamente.

Porém, para surpresa de todos, o cavalo quietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou.

O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu. A cada pá de terra que caía sobre suas costas o cavalo a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão.

Assim, em pouco tempo, todos viram como o cavalo conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.

A vida vai lhe jogar muita terra, todo o tipo de terra. Principalmente se você já estiver dentro de um poço.

O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela.

Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam para seguir adiante!

Recorde as 5 regras para ser feliz:

1- Liberte o seu coração do ódio.
2 - Liberte a sua mente das preocupações.
3 - Simplifique a sua vida.
4- Dê mais e espere menos.
5- Ame mais e... aceite a terra que lhe jogam, pois ela pode ser a solução, não o problema.

O negócio não é estudar, o negócio é fazer a lição de casa!

Os ignorantes do Século 21 não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que não conseguem DESAPRENDER o que sabem e APRENDER coisas novas, DESAPRENDER o que aprenderam e APRENDER de novo. O passado MORREU. É tempo de se perguntar o que você vai fazer de DRAMATICAMENTE DIFERENTE em 2006. Tenha CORAGEM para se REINVENTAR e começar de novo.

Querida(o) Amiga(o), Eu tenho conta no mesmo banco há 15 anos. Há quatro anos eu me casei, há pouco mais de um ano nasceu a minha primeira filha. Da gerente do banco, nem flores eu recebi quando liguei para ela anos atrás para solicitar a alteração da minha conta corrente para conta-conjunta em função do meu casamento. Da gerente do banco, nem flores eu recebi quando nasceu a minha primeira filha. Da gerente do banco, eu recebo apenas telefonemas egocêntricos todo final do mês para "ajudá-la" a bater a sua meta de investimentos.

Nesses anos todos, dessas ligações patéticas e pobres de contéudo e relevância, a pior de todas, foi quando já casado, fui questionado pela gerente sobre a "grande oportunidade de negócios do mês" que o banco tinha a me oferecer: Excelentes taxas para financiamento de carros. O discurso da garota... "Ricardo, aproveita o nosso plano, me ajuda a bater a minha meta, você não pode perder essa oportunidade, imagina você dentro de um carrão esportivo, pelas ruas da cidade e blá blá blá blá blá...".

Carrão esportivo??? Pelas ruas da cidade???? Será que ela esqueceu que eu estou casado? Será que um carro-família não seria mais apropriado?

Eu tenho conta há 15 anos no Banco Itaú, e veja bem, não é qualquer Itaú, a minha gerente é do Itaú Personnalité, o banco Itaú "teoricamente" humano e com excelente atendimento.

"Mas Ricardo, se o atendimento é ruim, porque você não troca de banco?", você deve estar perguntando.

Trocar pelo quê?! Quais são as opções disponíveis? O banco que diz que não parece banco? O banco que diz que trabalha 30 horas? O banco que tem um rato como mascote? O banco que diz que tem no mundo inteiro menos ao lado da minha casa?

Eu não!

Além disso, os caras não são tão ruins assim. A tecnologia deles é boa, o site é bacana, os caixas eletrônicos funcionam, as agências são bonitas e o sistema responde razoavelmente bem. O que não funciona bem são as pessoas que falam com os clientes. Mas para esses já existe uma solução: "deletar".

E pior, nesses anos todos, NENHUM profissional do mundo das finanças se aproximou de mim com um discurso RELEVANTE, PERSONALIZADO e ÚNICO.

Todas as abordagens foram feitas por robôs que estudam muito bem os produtos que vendem, mas esquecem de FAZER A LIÇÃO DE CASA sobre quem eu sou, o que eu sou, o quê eu faço e o quê eu quero ANTES de PERDER O MEU TEMPO com seus discursos vazios, jabáticos e IGUAIS a tantos outros.

Sábado passado, um amigo muito próximo sofreu uma violência de deixar qualquer um triste com o futuro do ser humano.

Lá estava ele no conforto da sua casa, quando as duas horas da manhã, o celular toca: "Rodrigo, aqui é o Freitas. Eu estou com o seu filho. Você tem trinta minutos para transferir 10 mil reais para a minha conta ou eu mato ele. E não desliga o telefone, senão eu mato o seu filho. Transfere o dinheiro enquanto você fala comigo. E não desliga o telefone senão eu mato ele (dizia repetidamente o bandido)".

"Mas..., o quê..., como..., quando..., quê filho?", perguntava o meu amigo atordoado com a conversa.

"Eu peguei o Bruno. Na saída do Ibmec (faculdade que ele estuda) hoje de tarde", disse o Elias Maluco Cover, "E mais, só não peguei a sua mulher porque ela está grávida de oito meses, e talvez não fosse sobreviver ao susto", completou o bandido, "E vamos parando com essa conversa fiada, cadê o dinheiro, deposita logo ou eu mato o Bruno".

"10 mil reais não é simples de conseguir, eu preciso de tempo", dizia o meu amigo tentando ganhar tempo para pensar no quê fazer e como fazer. "Não me interessa, não desliga o telefone, fala comigo, ou eu mato o seu filho", enquanto isso, em segundo plano, o meu amigo ouvia o som de tiros.

"O que foi isso?", perguntou, "Nada, apenas uma briga aqui na favela", "Cadê o dinheiro? Já transferiu?".

Ao perceber que a sua demora em fazer a transferência só irritava cada vez mais o bandido, o meu amigo decidiu por realmente fazer o pagamento. "Não desliga, transfere logo!".

"Calma, eu vou até o meu quarto onde está o computador para fazer a transferência do dinheiro", "Não desliga! Não desliga!", "Calma, tudo vai acabar bem".

Enquanto caminhava pelo corredor em direção ao quarto, a ligação caiu.

O meu amigo não pensou duas vezes, discou o número do celular do filho, "Alô?", "Bruno, é você?", "Sim pai sou eu", "Você está bem???!!! Onde você está???!!!", "Eu estou na casa da minha namorada. Sim, eu estou bem, está tudo ótimo. Por que você está ligando a essa hora?", "Nada filho, é que eu TE AMO, e queria ver se você está bem".

Minutos depois dessa ligação, o celular toca de novo, "E aí, já fez a transferência? Estou com o seu fillho, vou matar...", "Vá para inferno!!!", disse o meu amigo terminando a ligação.

O bandido não voltou a ligar.

O quê a história desse bandido tem a ver com a gerente do banco?

O bandido faz MAIS LIÇÃO DE CASA do que a gerente do banco! O cara sabe o nome do filho do meu amigo, onde ele estuda, conhece a situação da gravidez da mulher, tem o número do celular do meu amigo, e USA - infelizmente - a informação que tem para VENDER os serviços do lado negro da força.


Se o bandido que é o bandico consegue FAZER SUA LIÇÃO DE CASA, por que uma garota com terninho bege, na avenida paulista, no ar condicionado, computador com monitor de 19 polegadas e mouse sem fio, sistemas de informação sofisticado, dinheiro no bolso e carreira no currículo não consegue fazer?

A vida inteira você vai ouvir gente dizendo a você que ninguém pode se dar ao luxo de parar de estudar, entretanto, MUITO MAIS IMPORTANTE do que estudar todos os dias, É FAZER A LIÇÃO DE CASA TODOS OS DIAS.

Se você vai se encontrar com uma pessoa amanhã da manhã, mas não tem certeza se o quê você vai falar é RELEVANTE para essa pessoa, simplesmente não visite essa pessoa, não ligue para essa pessoa, não envie e-mails para essa pessoa, NÃO SAIA DO SEU CARRO, NÃO DEIXE O SEU ESCRITÓRIO até que você esteja realmente PREPARADO com um discurso RELEVANTE para vender.

FAÇA A SUA LIÇÃO DE CASA!!! Não me apareça na minha frente com um caderno de anotações em branco, e a mais infâme das perguntas do mundo dos negócios na ponta da língua, "Posso te ajudar? Você está precisando de alguma coisa?"

FAÇA A SUA LIÇÃO DE CASA!!!! Eu não sei o que eu quero!!! Eu não sei o que eu preciso!!! Eu não sei o que eu faço!!! Se você que é o ESPERTO o ESTUDIOSO e o SABIDÃO não sabe, quem vai saber?

Foi para isso que você veio!!! Para CRIAR e INVENTAR, levar as boas novas e entusiasmar as pessoas, PERSONALIZAR e ser DRAMATICAMENTE DIFERENTE.

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

Ricardo Jordão Magalhães
Seu Amigo, Seu Irmão.
E-Mail e Messenger: ricardom@bizrevolution.com.br
BIZREVOLUTION

IDÉIAS que só dependem de você pra acontecer.

Como você poderia testar a sua Estratégia de Marketing? Na sua essência, Estratégia (Como fazer) é a maneira de se atingir um Objetivo (O quê fazer). Em termos de estratégia de marketing, se o objetivo é selecionar e satisfazer clientes de uma maneira lucrativa para a empresa, então a estratégia de marketing é a maneira como a empresa irá atingir esses objetivos, o que talvez inclua estudos de segmentação de mercado, análise competitiva, os 4Ps etc.

Além disso, existe algumas maneiras de testar a sua estratégia de marketing. Responda a você mesmo as seguintes perguntas sobre a estratégia de marketing da sua empresa. 1. O quanto importante é ser o primeiro a lançar um Produto ou Serviço na sua indústria? O que os seus concorrentes pensam a respeito? Quais ações você poderia executar para melhorar a velocidade que a sua empresa vai-para-o-mercado?
Em mercados onde velocidade é um fator crítico de sobrevivência, a participação de mercado dos seus líderes é respectivamente 50%, 15% e 5%, dependendo do fato de quem foi o primeiro a ir-para-o-mercado.

2. Como as suas ações ou táticas afetam as fraquezas dos seus concorrentes? Quais são as vulnerabilidades da sua empresa, e como você poderia se prevenir de um possível ataque dos seus concorrentes?
A mensagem é simples: evite se chocar de frente com as forças dos seus concorrente. Ataque as suas fraquezas.

3. Quais benefícios (relacionamento com clientes, experiência, cobertura de mercado) pode a sua empresa oferecer ou se beneficiar em termos de desenvolver e executar alianças de negócios? Como os seus concorrentes desenvolvem alianças e o quê você poderia aprender a partir de seus sucessos e fracassos?
Marketing cooperado é uma maneira simples de alavancar relacionamentos de negócios, e completar a oferta de produtos, serviços e experiência de uma empresa. Qualquer plano estratégico de marketing deveria envolver a identificação e análise de potenciais alianças e métodos de controlá-las.

4. Quais partes do seu Mercado estão mal-servidos, e como você poderia atacá-los sem chamar a atenção dos seus concorrentes? Como você poderia reconfigurar a sua estratégia de marketing de maneira a ser mais ágil?

NUNCA PARE DE QUESTIONAR a estratégia de marketing da sua empresa.


30 Maneiras de escrever uma carta de vendas

Começar a escrever qualquer coisa já é difícil. Imagine começar a escrever uma carta de vendas.

Por mais difícil que pareça para você hoje, não desista. Se você não conseguir colocar um ótimo argumento de vendas no papel, como você pensa que irá conseguir me convencer a comprar?

Em uma carta de vendas (e-mail ou discurso), a abertura é crítica. O que você escrever no primeiro parágrafo irá definir se o seu cliente continuará a ler ou não. Mantenha a coisa toda simples, não escreva demais. 20 palavras é o suficiente.

O Segundo parágrafo também é importante, não vá além de 50 palavras. Faça o seu cliente chegar até a mensagem do seu produto ou serviço através de curtos parágrafos de abertura.

Algumas idéias sobre como começar...

1. Quanto tempo e esforço você gasta ao...
2. Pergunte a 10 pessoas o quê.... significa para elas, e....
3. Eu escrevo a você para...
4. Eu acredito que ..... irá ajudá-lo a aumentar as suas vendas
5. A próxima semana é a última semana para você receber....
6. O principal motivo porque você deve considerar a minha empresa...
7. Será que a resposta para uma dessas perguntas...
8. Como lidar com o custo atual....
9. Essa carta será objetiva e direta...
10. Essa carta irá atualizá-lo sobre...
11. Existe poucos lugares mais bonitos que...
12. Se você gosta de...., ... irá surpreendê-lo.
13. O que você faz quando você precisa de...
14. Muito obrigado por escolher a minha empresa...
15. Essa situação é familiar a você...
16. PARABÉNS!....
17. Bem-vindo!....
18. Eu escrevo a você hoje como um amigo...
19. Existe dez razões porque você deve....
20. Eu tentei falar com você dois dias atrás sobre....
21. Eu escrevo para você hoje porque as notícias que seguem podem fazer a diferença...
22. .... está agora disponível para atender as suas necessidades.
23. Alguns dias atrás eu enviei a você...
24. Eu sei que você recebe dezenas de cartas que prometem a você coisas maravilhosas... Essa carta é diferente.
25. Você gostaria de economizar...
26. Mais de um milhão de pessoas não podem estar erradas!
27. Primeiro você tem que ter um sonho...
28. Ótimas notícias!....
29. Quando você comprou da nossa empresa.... sete anos atrás, você se juntou a uma família.
30. Você é uma pessoa ocupada, eu serei breve.

Agora você não tem mais desculpas para não começar a escrever as suas cartas, e-mails ou discursos de vendas.

Vá, QUEBRA TUDO!

As coisas simples.

Para ter bem-sucedidos projetos de CRM, além de se preocupar com o retorno sobre investimento e a compra de softwares sofisticadíssimos, existe algumas coisas simples – não menos importantes – que precisam da sua atenção.

- Canais de Contato. Tenha certeza que todos os seus clientes possuem o conhecimento de todos os possíveis canais de contato disponíveis pela empresa. Incentive-os a usá-los, e explore as opções que existem de fazê-los trabalhar integrados.
- Eduque os seus funcionários. Seja qual for o treinamento que os seus funcionários tiveram no passado, hoje esse conhecimento é irrelevante. Eduque os seus funcionários de forma que eles se superem todos os dias para alcançar sempre melhores níveis de atenção, carinho e paciência pelos clientes da empresa. Reconheça os melhores funcionários, mas não apenas com incentivos monetários, descubra o que motiva cada um.
- Seja um exemplo. Saiba que o mesmo clima que existir entre os funcionários da sua empresa será transmitido para os seus clientes. Mesmo nos tempos mais difíceis, vá além dos seus recursos para tratar os seus funcionários com extraordinária atenção, carinho e respeito. Eles farão o mesmo pelos clientes.
- Tranque a porta do seu escritório. E mantenha o seu corpo fora dele. Fale com os seus funcionários, esteja presente entre eles, trabalhe com eles. Deixe bem claro que os resultados da empresa são a soma do trabalho de todos, e não apenas do trabalho da equipe de vendas da empresa.

Essas iniciativas talvez não sejam tão fashion quanto aprovar e gerenciar uma campanha de propaganda de milhões de reais, mas certamente são essenciais para o seu sucesso.

Vamos aprender com o fogo?

Era uma vez um homem que trabalhava num grupo.
Um dia, sem nenhum aviso deixou de participar de suas atividades.
Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visitá-lo.
Era uma noite muito fria.
O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor.
Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o à sala da lareira... e lá ficou, quieto, esperando.
O líder acomodou-se mas... não disse nada.
No silêncio que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno da lenha, que ardia.
Passados alguns minutos, o líder examinou as brasas.
Cuidadosamente selecionou uma delas,a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado.
Voltou então a sentar permanecendo silencioso e imóvel.
O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto.
Aos poucos, a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez.
Em pouco tempo o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos.
O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo.
Quase que imediatamente ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em torno dele.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:
- Obrigado por sua visita e pelo belíssimo sermão.
Estou voltando ao convívio do grupo.




















 




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